Quando li, há uns anos já distantes, que se concluiu que erros judiciais originaram que cerca de metade das pessoas executadas por pena de morte nos EUA estivessem inocentes, passei a duvidar ainda mais das acusações a priori e a considerar a possibilidade do erro judicial.
O caso Casa Pia é, qualquer que seja a verdade, monstruoso e na entrevista que Clara Ferreira Alves faz a Carlos Cruz, na edição deste fim-de-semana da revista do Expresso, assiste-se a uma defesa do condenado a vários anos de prisão.
Não tenho, naturalmente, informação para tomar posição em relação à acusação de Carlos Cruz e nem é isso o motivo do post. Numa passagem da entrevista Clara Ferreira Alves refere-se a um juiz de uma forma que me deixou perplexo (como se andar de moto em desportos "aventura" estivesse vedado a um juiz) e Carlos Cruz revela que o referido magistrado andava com uma pistola à cintura ao jeito de John Wayne. Estamos a viver tempos muito esquisitos ou há todo um país que desconhecíamos e que tem um nível um bocado mais sei lá o quê do que nos piores cenários.
Boa Tarde!
ResponderEliminarEu, que tenho uma opinião inabalável formada acerca do Processo Casa Pia e seus meandros (e também sobre os profissionais da justiça; a pior possível porque tenho sofrido no pêlo as consequências); opinião que formei analisando o "material" fornecido pelos OCS (opinião que cimentei depois lendo as peças do Processo), não estanho que você não tenha "informações" para se pronunciar sobre a acusação de Carlos Cruz... Pelo seguinte facto:
O que Carlos cruz critica (e bem, a meu ver) é que o tal juiz(eco) se exibisse, se fizesse fotografar (fotos para serem publicadas) de moto, ao estilo aventura... fazendo figura imprópria de juiz, NOS TABLÓIDES. Mas esses são os "defeitos" menores do dito juiz(eco)... pelo que podemos concluir que Carlos Cruz, COMO SEMPRE, é muito condescendente. Tem vindo a pagar um elevado preço por isso. "Quem o inimigo poupa..."
Cumprimentos!
Boa tarde.
ResponderEliminarNão tenho, naturalmente, informação para me pronunciar sobre isso. O bocado da entrevista que colei no post foi apenas um sinal de perplexidade. De resto, o primeiro parágrafo do post é elucidativo em relação à minha posição de princípio.
Cumprimentos também.