terça-feira, 3 de junho de 2014

o género irrevogável outra vez?

 


 


 


 


As encenações dos condutores do Governo no verão passado ficaram caríssimas às contas do país e o género irrevogável ficará na história universal da irresponsabilidade (da infâmia também?). É evidente que o radicalismo de Gaspar e Passos acrescentado da célebre carta do primeiro deixaram estupefactos até os que definem os limites do possível.


 


Mas a malta do Governo não aprendeu e começa a encenar qualquer coisa parecida, usando outra vez o TC, com o oportunismo de apanhar a oposição a meio caminho de qualquer coisa. Se for essa a táctica, talvez se estejam a esquecer que os eleitores estão atentos e que o pior resultado eleitoral da história verificado recentemente pode descer para números "impensados".


 


 


 


 

6 comentários:

  1. Querem que apelemos à demissão...

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  2. O pedido de aclaração "não tem qualquer base legal" à luz do novo Código do Processo Civil.
    É só trapalhadas e dramatismos mediáticos.

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  3. Sérgio Castro Lobo3 de junho de 2014 às 23:02

    Li este comentário, que subscrevo, no feice : " percebo que tenho desenvolvido uma fobia a tudo o que tenha que ver com MLR ou Sócrates. Mas, não compare a espessura de Silva Pereira, Augusto Santos Silva, João Galamba, Mário Soares, António Correia de Campos, Pedro Adão e Silva, Sérgio Sousa Pinto, Pedro Marques, Vieira da Silva, Manuel Pizarro, Pedro Nunes Santos, João Tiago Silveira, Carlos César e outros mais que não me lembro, com o grupo que acompanha o Seguro (ou mesmo o Passos Coelho)... E nem preciso de citar os seus nomes..."

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  4. Rui Rodrigues, Amadora3 de junho de 2014 às 23:15

    Uns artistas, sem desprezo pelos ditos.

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