Se um turista quiser usar uma BiConde (designação das bicicletas comunitárias de Vila do Conde) terá de deixar uma caução de 500 euros. O regulamento tem mais detalhes igualmente de primeiríssimo mundo e nem sei se é permitido usar as BiConde na marginal de uma dezena de quilómetros da Vila aristocrática. Passei há uns três anos por lá, já era de noite, e valeu que os candeeiros urbanos não estavam ligados. Tenho ideia que nunca serão. É que são tantos, para aí de cinco em cinco metros nasce um cliente da EDP para explicar a nossa bancarrota, e nos dois passeios que ladeiam a marginal, que se aquela parafernália for ligada não só ficará de dia como ofuscará os satélites que tiverem o azar de apontar para Vila do Conde. Haverá o risco do planeta se deslocar, realmente. Convenhamos que alguém terá de pagar o equipamento urbano.
Voltando propriamente às BiConde, tenho ideia que os autores do regulamento (são da família dos candeeiros) rir-se-ão muito com a inteligência ergonómica do jovem que pode ver na imagem seguinte e jamais acharão que os extremos se tocam ou que o mundo é demasiado pequeno.
PS: deve considerar-se que começou oficialmente o verão.
Gosto muito quando fazes este tipo de posts, visto gold para as biconde.
ResponderEliminarSubscrevo. LOL!!!
ResponderEliminarObrigado aos dois.
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