Sucedem-se os casos de terror e escravatura e ficamos sem perceber se há uma qualquer regressão ou se há mais informação. A segunda asserção é irrefutável e tememos que a primeira também e que pode estar ligada ao capitalismo selvagem que triunfou de braço dado com a globalização.
É sobre terror a notícia do Expresso que relata a produção de camarão na Tailândia. Gosto muito de caril de camarão e cozinho com frequência com recurso a marisco, com preços muito bons, adquirido nas grandes superfícies. Estou arrepiado com o estado em que estamos.
Nem sei se tem qualquer relação com a hipocrisia instalada, mas hoje também se soube que os países europeus, com Portugal incluído, estão a contabilizar o contrabando, o tráfico de droga e a prostituição para darem um ar mais elevado aos números do PIB. Bem. Chamam-lhe economia não observada. Já sabíamos que o faziam com o tráfico de armas, drogas e pessoas nos offshores e afins: Holanda, Suíça e Luxemburgo, por exemplo, mas nem sei se não perdemos o norte aos mais elementares direitos.
A idade e a época de trabalho não perdoam, pois.
ResponderEliminarCorrigindo...
"quando não se olham a meios para atingir os fins"!!!
Eh eh eh... Não há remédio.
ResponderEliminarTambém não era preciso o "olham". Bastava:
"quando não se olha a meios para atingir os fins"
Será desta?!
É Ana. A menos que exista uma qualquer explicação que nos esteja a escapar, é “imoral, antiética e inadmissível"; concordo.
ResponderEliminarPercebeu-se logo. Só não erra quem não escreve.
Não fará também parte da apelidada "economia não observada" a corrupção que alegadamente passeia pelos corredores do poder? Porque não se contabiliza? Seria problema ficarmos com excedente!?
ResponderEliminarNão é que me passasse alguma vez pela cabeça comparar prostitutas a políticos, não cometeria essa injustiça moral com as primeiras.
Exacto Caro Nuno.
ResponderEliminarUm grande abraço. Isso vai?
Vai. E Julho está aí e o combinado não está esquecido... Grande abraço.
ResponderEliminarForça aí Nuno. Grande abraço também.
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