Há já uns dias que se sabe que "directores e professores relatam "situações inexplicáveis" que "apontam para erros" na colocação de professores(...)", mas agora começamos a perceber que há procedimentos graves que têm origem numa intolerável incompetência ou em coisas de outro mundo.
Isto não é próprio de uma sociedade moderna e os episódios Kafkianos têm origem num caos administrativo e organizacional. É evidente que o fanatismo ideológico deste Governo tem uma elevada cota de responsabilidade e também não é desprezível a queda da aliança democrática para o caos nos concursos e para a incomodidade com os fenómenos numéricos. Até pode ser redundante o que vou escrever, mas só me sai uma expressão: mas estas pessoas nunca mais são elevadas para uma qualquer fundação?
Já usei parte deste texto noutro post.
A repetição é um dever.
NÃO INTERESSA QUEM MENTIU! ESTA "LISTA" É UMA VERGONHA. QUEM FEZ ISTO NÃO ENTENDE NADA DE ESCOLAS E DE CONCURSOS DE PROFESSORES. TEMOS DE PEDIR A ANULAÇÃO
ResponderEliminarPior do que o tal Citius dos tribunais? Iguais. Os gajos fazem de propósito para destruir o serviço público.
ResponderEliminarFui colocada em 13 escolas ao mesmo tempo. O que faço? Isto é de loucos!!!!
ResponderEliminarNunca pensei que o meu país chegasse a um nível de incompetência e corrupção desta magnitude. Não tenho a mínima dúvida de que a colocação de professores pelo Ministério através de uma tabela única e seguindo a graduação é, apesar de não ser um sistema perfeito, aquele que assegurava a maior transparência e eficácia. Parece que muita gente estava incomodada pelo facto do sistema não permitir o uso das influências, dos compadrios, das cunhas e do pagamento de favores. Assim a situação foi alterada, por determinados governos, que permitiram a introdução de um conjunto de factores como SIADAP, a autonomia das escolas, os critérios, etc. que lançaram a colocação de professores num espectáculo degradante e num lamaçal de corrupção.
ResponderEliminarForça aí a todos.
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