Mostrar mensagens com a etiqueta demissão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta demissão. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

concursos de professores num caos - é literal

 


 


 


Há já uns dias que se sabe que "directores e professores relatam "situações inexplicáveis" que "apontam para erros" na colocação de professores(...)", mas agora começamos a perceber que há procedimentos graves que têm origem numa intolerável incompetência ou em coisas de outro mundo.


 


Isto não é próprio de uma sociedade moderna e os episódios Kafkianos têm origem num caos administrativo e organizacional. É evidente que o fanatismo ideológico deste Governo tem uma elevada cota de responsabilidade e também não é desprezível a queda da aliança democrática para o caos nos concursos e para a incomodidade com os fenómenos numéricos. Até pode ser redundante o que vou escrever, mas só me sai uma expressão: mas estas pessoas nunca mais são elevadas para uma qualquer fundação?


 


 


 


 


Já usei parte deste texto noutro post.


A repetição é um dever.


 


 


 


 


 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

do furação professores

 


 



 


 


 


A meteorologia não cabe nas folhas excel e Vitor Gaspar foi "apanhado pelo clima", como se dizia há uns anos. Não resistiu ao "furação professores".


 


No post em que escrevi "(...)Para quem não está nas mesas de negociação entra a troika e o Governo e entre este e os sindicatos de professores(SP), fica uma impressão difusa. Já não se percebe quem da troika está do lado dos SP, quem do Governo está do lado da parte da troika que é contra os do Governo que são do lado dos SP, quem do Governo governa a troika para anular os do Governo que parecem ser do lado dos SP e podíamos estar aqui a noite toda em exercícios associativos que chegaríamos sempre á mesma conclusão: a força da razão dos professores uniu como nunca os SP e desorientou a troika e o Governo. E depois não querem que os professores se achem escolhidos tal a evidência dos factos.(...)".


 


A difusão acentua-se com a figura escolhida para suceder ao ministro demissionário.


 


Humores à parte, o país deve exigir uma explicação a Vitor Gaspar e pode ser no ritmo que ele entender.


 


 


sexta-feira, 15 de março de 2013

demissão já

 


 


 


 


 


 


A criação de um consenso nacional é fundamental para o nosso futuro colectivo.


Vitor Gaspar. 15.03.2013


 


 


 


Após um início de inspiração ultraliberal, vamos assistindo a uma desorientação programática com ingredientes impensáveis que se apoderaram do Governo neste momento de emergência nacional. É grave e triste, mas é assim. Grassa a irresponsabilidade e um imperdoável experimentalismo. O Governo fracassou absolutamente e não pode escudar-se na troika; gabou-se de estar para além disso.


 


Do estado de permanente campanha eleitoral de Portas até à organização administrativa do Estado supervisionada por Relvas e passando pela partilha do consultor António Borges ou pelo academismo estratosférico e laboratorial de Vitor Gaspar, o primeiro-ministro só pode apresentar a demissão. E nem vamos incluir no argumentário o BPN e afins ou os achamentos e atavismos de Nuno Crato e Moedas. Como sempre, as alternativas decorrerão do processo eleitoral; pelo menos até ver e é bom que não se esgote esse fundamental mecanismo democrático.