Como se explica aqui, tudo indica que há um erro na nova fórmula da famigerada BCE. Há algum tempo que se sabe, como aconteceu nos célebres concursos de 2004, que a "impossibilidade" de concretização da BCE é provocada por impreparação política e técnica associada a preconceitos contra a escolha de professores por concurso público transparente. E se olharmos para a prática de amiguismo das cooperativas de ensino que Crato e Casanova tanto defendem, não deixamos de sorrir quando vemos deputados da maioria a apontar o dedo ao parceiro da coligação. Como em 2004, a AD, no seu conjunto, não é dada aos fenómenos numéricos e menos ainda aos concursos públicos. É crente na divina providência do contratante.
O erro da nova fórmula captado no blogue do Arlindo Ferreira.
"De erro em erro, vai-se descobrindo toda a verdade", Sigmund Freud
ResponderEliminarDe topada em topada, até à queda final.
Exacto.
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