Na divergência no argumentário à volta da detenção do ex-primeiro-ministro, podia remeter-me à helénica suspensão dos juízos mais conhecida como estado de epoché (epoché é um estado de repouso mental (momento de dúvida) pelo qual nem afirmamos nem negamos). Podia, e posso, esperar que a justiça funcione.
Mas ouço as declarações de um antigo Presidente da República, e as réplicas das organizações de magistrados, e fico perplexo com o estado a que chegámos. Será o tal pântano que cada vez mais carece de um esclarecimento por parte do autor?
Alguma da massa foi para o partido, pelo que é melhor defender a dama... antes que ela fale.
ResponderEliminarAguardemos pf.
ResponderEliminarMuita tinta vai correr pró e contra. Por enquanto nada de substantivo tem sido dito. Talvez venha dias mais esclarecedores.
ResponderEliminarAguardemos.
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