Tantas diferenças e uma constante: a finitude das vidas não é a finitude das diferenças.
E mesmo que aparentemente se quebre o raciocínio do primeiro parágrafo, apetece-me inscrever uma pergunta: o que é que levará os homens a acreditarem nas guerras? Só pode ser cego o ódio que os move; é uma primeira e segura resposta.
Há vozes que se levantam contra a privatização das companhias de combate. Sim, soldados profissionais que pertencem a uma empresa de guerra. Não vão pela pátria, vão pela cor do dinheiro. Os "da pátria" ainda podem advogar com a legítima defesa.
Não há desculpa para a violência. Inclemência, desumanidade e crueldade são os verdadeiros perfumes da bestialidade. Que os deuses lhes valham.
Existem poucas guerras que não tenham um móbil ou objectivo escondido: interesses materiais.
ResponderEliminarA isto soma-se a besta que existe dentro do homem: a guerra é o «motor de arranque»
Cumprimentos.
É uma conclusão que se aceita, sem dúvida.
ResponderEliminarCumprimentos.