Entre o ministro que ia "implodir" e o ministro que se "implodiu", houve uma longa fase do ministro "independente" e que, por o ser, não podia "implodir" à sua maneira (?!) porque era "independente" e não "conhecia" o programa do governo que mandava "implodir" de maneira mais literal.
A defesa do ministro que queria "implodir" mas não "implodiu" porque era "independente", acabando por se "implodir" a si próprio é das defesas mais desconcertantes a que assisti em política nos últimos tempos. Depois, fica-se "desencantado".
Percebo. Quem segue este blogue conhece os posicionamentos. Nem todos se posicionaram assim? Claro. Nuns casos com a esperança num mundo melhor e quem sou eu para atirar a primeira pedra. Aliás, é muito diferente errar num apoio e mudar de posição porque se mantém a coerência em relação às políticas educativas.
Entre o ministro que ia "implodir" e o ministro que se "implodiu", houve uma longa fase do ministro "independente" e que, por o ser, não podia "implodir" à sua maneira (?!) porque era "independente" e não "conhecia" o programa do governo que mandava "implodir" de maneira mais literal.
ResponderEliminarA defesa do ministro que queria "implodir" mas não "implodiu" porque era "independente", acabando por se "implodir" a si próprio é das defesas mais desconcertantes a que assisti em política nos últimos tempos.
Depois, fica-se "desencantado".
Percebo. Quem segue este blogue conhece os posicionamentos. Nem todos se posicionaram assim? Claro. Nuns casos com a esperança num mundo melhor e quem sou eu para atirar a primeira pedra. Aliás, é muito diferente errar num apoio e mudar de posição porque se mantém a coerência em relação às políticas educativas.
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