Concordo com o que o escreveu. É 1 texto mais técnico. E, nesta altura, não chega 1 texto técnico. Mesmo se lá está 1 "raiz política" nas entrelinhas.
O mesmo sucedeu num debate com o diretor do IAVE, o professor Santana Castilho e o professor Paulo Guinote numa estação da TV. Nesse debate, a questão desviou-se para a técnica, logística e operacionalização dos exames e das equipas que elaboram os exames.
Santana Castilho chamou, bem, a atenção para o primado da técnica sobre a política.
Já não basta, todos os dias, o primado da economia e finança sobre a política....e vai-se a ver, quando a coisa é a sério, tudo vai dar ao mesmo- a política. Olhe-se para o que nos tem passado todos os dias sobre a Grécia. Qual técnica, qual quê!
Vai desculpar-me, mas torno a reafirmar que "acerto de contas" não faz o meu género. Gosto de debater e argumentar. Há quem chame a isto acerto de contas? Há. Mas não é a mesma coisa.
Voltando ao que escreveu sobre 1 texto mais técnico (com raizes políticas, embora muito secas neste caso), aqui vai:
Se me permitem 1 opinião sincera: um texto com pouco interesse.
ResponderEliminarFalta-lhe a visão política da coisa, falta-lhe mais.
E fica 1 texto como tantos outros.
Sem visão política? Discordo. Ou seja: é impossível não observar uma raiz política mesmo num texto que se pretende mais técnico, digamos assim.
ResponderEliminarDeixa para lá, Paulo. :)
ResponderEliminarÉ apenas uma tentativa de acerto de contas antigas da F... com o PG... :))
Não se trata de acerto de contas nenhum. É mesmo a minha opinião sincera. Que não coincide.
ResponderEliminarTenho mais para fazer do que "acertar contas". Argumenta-se e tem-se visões diferentes.
Que é o que costuma acontecer. Lamento, mas discordo.
No problem. É a vida.
:) Carlos.
ResponderEliminarNão há ausência de política, digamos assim, neste tipo de textos.
Concordo com o que o escreveu. É 1 texto mais técnico. E, nesta altura, não chega 1 texto técnico. Mesmo se lá está 1 "raiz política" nas entrelinhas.
ResponderEliminarO mesmo sucedeu num debate com o diretor do IAVE, o professor Santana Castilho e o professor Paulo Guinote numa estação da TV. Nesse debate, a questão desviou-se para a técnica, logística e operacionalização dos exames e das equipas que elaboram os exames.
Santana Castilho chamou, bem, a atenção para o primado da técnica sobre a política.
Já não basta, todos os dias, o primado da economia e finança sobre a política....e vai-se a ver, quando a coisa é a sério, tudo vai dar ao mesmo- a política. Olhe-se para o que nos tem passado todos os dias sobre a Grécia. Qual técnica, qual quê!
Exactamente, se me permite.
ResponderEliminarTenho de registar a capacidade de observação inscrita no comentário do Carlos :)
Vai desculpar-me, mas torno a reafirmar que "acerto de contas" não faz o meu género. Gosto de debater e argumentar. Há quem chame a isto acerto de contas?
ResponderEliminarHá.
Mas não é a mesma coisa.
Voltando ao que escreveu sobre 1 texto mais técnico (com raizes políticas, embora muito secas neste caso), aqui vai:
19-1= 18
Mas é exactamente isso, se me permite. Discordei apenas da sua referência a um texto não político, digamos assim. Afinal estamos de acordo.
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