quinta-feira, 2 de julho de 2015

os perigos de um MEC implodido

 


 


 


 


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Aqui.

9 comentários:

  1. Se me permitem 1 opinião sincera: um texto com pouco interesse.

    Falta-lhe a visão política da coisa, falta-lhe mais.

    E fica 1 texto como tantos outros.

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  2. Sem visão política? Discordo. Ou seja: é impossível não observar uma raiz política mesmo num texto que se pretende mais técnico, digamos assim.

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  3. Deixa para lá, Paulo. :)
    É apenas uma tentativa de acerto de contas antigas da F... com o PG... :))

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  4. Não se trata de acerto de contas nenhum. É mesmo a minha opinião sincera. Que não coincide.

    Tenho mais para fazer do que "acertar contas". Argumenta-se e tem-se visões diferentes.

    Que é o que costuma acontecer. Lamento, mas discordo.

    No problem. É a vida.

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  5. :) Carlos.

    Não há ausência de política, digamos assim, neste tipo de textos.

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  6. Concordo com o que o escreveu. É 1 texto mais técnico. E, nesta altura, não chega 1 texto técnico. Mesmo se lá está 1 "raiz política" nas entrelinhas.

    O mesmo sucedeu num debate com o diretor do IAVE, o professor Santana Castilho e o professor Paulo Guinote numa estação da TV. Nesse debate, a questão desviou-se para a técnica, logística e operacionalização dos exames e das equipas que elaboram os exames.

    Santana Castilho chamou, bem, a atenção para o primado da técnica sobre a política.

    Já não basta, todos os dias, o primado da economia e finança sobre a política....e vai-se a ver, quando a coisa é a sério, tudo vai dar ao mesmo- a política. Olhe-se para o que nos tem passado todos os dias sobre a Grécia. Qual técnica, qual quê!

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  7. Exactamente, se me permite.

    Tenho de registar a capacidade de observação inscrita no comentário do Carlos :)

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  8. Vai desculpar-me, mas torno a reafirmar que "acerto de contas" não faz o meu género. Gosto de debater e argumentar. Há quem chame a isto acerto de contas?
    Há.
    Mas não é a mesma coisa.

    Voltando ao que escreveu sobre 1 texto mais técnico (com raizes políticas, embora muito secas neste caso), aqui vai:

    19-1= 18

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  9. Mas é exactamente isso, se me permite. Discordei apenas da sua referência a um texto não político, digamos assim. Afinal estamos de acordo.

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