quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Das entrevistas aos candidatos presidenciais

 


 


 


Ouvi uns poucos minutos da entrevista na TSF do candidato Jorge Sequeira e sorri com uma análise.


Dizia o candidato que metade da massa salarial anual dos cidadãos é consumida pelos impostos mas sem correspondência positiva por parte dos serviços públicos, nomeadamente na saúde, justiça e educação. É fácil concordar.


Jorge Sequeira ilustrou a análise com três quadros: quem quer uma consulta médica acaba no privado e quem faz uma queixa no Ministério Público fica uns cinco anos à espera. Fiquei curioso com o exemplo que ia enunciar para a educação. Foi interessante. Para o candidato, e disse-o em tom bastante crítico, um bom professor no sistema actual é o que é eficiente a preencher a interminável burocracia.

2 comentários:

  1. "quem quer uma consulta médica acaba no privado", também, e sobretudo, porque interessa ao privado (leia-se "classe médica"): sempre "indisponível" no público (espera de meses ou anos), sempre disponível no privado (consulta quase na hora) - tratando-se, até, do mesmo médico.

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