Já nem vou ao caso extremo do presidente do Conselho Geral da escola pública que é proprietário do colégio "privado" vizinho que tem contrato de associação redundante. Há inúmeros autarcas, como só agora alguns estão a reparar, que estão nos Conselhos Gerais das escolas públicas e comprometidos com o negócio dos colégios "privados". E podíamos ficar umas horas a elencar casos da mesma família. É evidente que a entrada da partidocracia na vida das escolas explicará alguns dos enigmas mais recentes da rede escolar.
O Governo mostrou-se corajoso e bem preparado. Necessitou, e necessita, de apoio no terreno. Desde logo, de clareza e transparência nas redes concelhias. A mediatização dos "erros" explicados pelas circunstâncias do primeiro parágrafo é inevitável e até favorece as intenções dos que se opõem ao Governo. Mas espera-se que esses casos de duplex escolar, agora mais expostos, tenham, no mínimo, uma vida mais difícil.
Soberbo. Em grande forma.
ResponderEliminarMais um texto incontornável. São cerejas sucessivas em cima de bolos. Este país é uma vergonha.
ResponderEliminarSem espinhas!
ResponderEliminarPombal
ResponderEliminarDiretor de um dos colégios privados (GPS) e Vice-presidente da CAP do principal agrupamento (em funções há 3 anos, o conselho geral não funciona, por o município se recusar a tomar posse), o que os une? O matrimónio.
Lembrei-me do Trplex do lula. Talvez tenha pensado no mesmo quando fez o título para este excelente post. Pôs o dedo na ferida.
ResponderEliminarPor acaso não. Nem estou a ver do que se trata. Sim, é uma das feridas mais arrepiante.
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ResponderEliminarMagnífico, Paulo. Sabes bem o quanto adoro quando pões a nu o comprometimento das autarquias seja no que for(embora já te tenha custado caro várias vezes)..
Obrigado pelas palavras e pela atenção Isabel.
ResponderEliminarEnfim. Isso por aí também parece algo surreal.
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