"Não é a obsessão com a independência; sei há muito que as regras são as regras e que não se chega à lua de bicicleta". Ouvi estes raciocínios e compreendo. Subscrevo o essencial. E até me parecem mais realistas do que pessimistas. É evidente que o conceito de "lua" é variável e que até com as "tais regras, que são as regras" se consegue provar "que o lugar que não existe, afinal existe". E isso torna-se ainda mais incomodativo para os "reguladores". E depois, nada compensa a condição de independência.
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