Crato confessa: acentuou o mercado desregulado aplicado à educação crente que no mundo actual é suficiente um qualquer regresso ao "back to basics" numa espécie de escola transbordante. Mas mais: quem discorde do seu trajecto de mercado é classificado como "puramente ideológico", como se o "radicalismo ideológico" não fosse a sebenta que o sustentou na estratosfera. Afirmar-se professor não significa que se conheça a escola e que se tenha desenvolvido estudos sobre a sua gestão. Dizer que teve os professores do seus lado, não significa que a realidade o tivesse confirmado. O resto da entrevista é poeira.
Volto a dizer que me parece um erro encarar isto como um "ataque" ao ensino. As elites não querem saber do ensino. Querem saber de estratificação social e nesse campo vale tudo. Cada sector vai travar a sua "micro guerra" contra estas elites e vai perder. Porque concebem a sua luta como algo sectorial e profissional.
ResponderEliminarLá isso...
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