Fotografei este rinoceronte (uma bela escultura) em Agosto de 2013 nos jardins da Gulbenkian. Tem uns amarelos que não se vêem bem (o corno, uma sela de "cavalo" no dorso e outros detalhes). Já se sabe: o rinoceronte tem uma reduzida visão periférica e quando aponta é difícil corrigir a trajectória; nem sequer vai a tempo de emendar um erro. Neste caso, está parado, "enjaulado" numa selva urbana e pronto a ser cavalgado. Que destino, realmente.
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