E eis que vão aparecendo títulos em jornais de referência sobre a profissionalidade dos professores. São estudos do ME que fazem a notícia. Os jornais ouvem algum contraditório. Depois, escolhem títulos com aquela inclinação que questiona as reduções de horários, e omite-se que são por causa da idade dos professores, deixando no ar a "possibilidade da bela vida". Não tarda, e foi assim que começou noutros tempos de péssima memória, intitula-se que os professores faltaram injustificadamente a 1345 aulas em 2015. Esmiúça-se a coisa e conclui-se que a amostra incluía 1 milhão e 345 mil aulas e que as injustificadas corresponderam a 0,1%. Esse 0,1% derivou de atrasos das juntas médicas e as faltas já estão devidamente justificadas.
Imagem obtida na internet sem referência ao autor.
Outros tempos?
ResponderEliminarNão me parece que alguma vez tenhamos saído verdadeiramente deles, caro Paulo.
Esta paz podre em que temos vivido no último ano pode dar a impressão de que os "tempos" mudaram mas, para já, os factos mais positivos estão longe de ser suficientes. A Educação precisa de muito mais e melhor!
(Não esqueçamos que tudo (o que é muito mau) começou pela mão do PS...
Ah sim, claro.
ResponderEliminarEstes "outros tempos" é dirigido ao consulado de sócrates e lurdes rodrigues. Espero que se tenha percebido.
É evidente que percebi, Paulo.
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