Quem participa na mesa negocial sobre a vinculação extraordinária de professores deve ler esta reportagem do DN: "Ser professora há 14 anos e não entrar nos por três meses."

Quem participa na mesa negocial sobre a vinculação extraordinária de professores deve ler esta reportagem do DN: "Ser professora há 14 anos e não entrar nos por três meses."

Meu caro, conheço pessoalmente alguém que não entrou nos quadros por 21 dias aquando das mudanças do David Justino. Essa mesma pessoa, não entrou depois em 2004 por três posições, ficando à espera de entrar em 2006 só que agora num grupo que depois foi aglutinado por outro com maior número de candidatos e com maior tempo de serviço. Entrou em depressão, deixou o ensino e agora, pelo que eu sei, continua sem trabalho fixo mas pelo menos seguiu o seu caminho com doutoramento em Engenharia e a fazer investigação na precariedade.
ResponderEliminarAcho que todos nós conhecemos inúmeros casos mas esta gente só se rala com os amigos e familiares. E não digo mais nada. Bom trabalho a divulgar estes case studies, pois deviam ser bem mais conhecidos
É já um rol interminável meu caro. Tudo começou com os concursos da era David Justino. Atropelos sucessivos e prioridades concursais que criaram um loop no software. O processo tinha o fim impossibilitado. Encenou-se um algoritmo que "resolveu" o problema ao fim de meses. Qual foi o algoritmo: retirou-se a recuperação de vagas e milhares de professores foram colocados em lugares de quadro errados sem o saberem. A partir daí foi sempre a descer. São inúmeros os exemplos e ficava aqui a tarde toda. Milhares, sem qualquer exagero, já irreparáveis. O deste post é quase elementar; francamente.
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