O "desemprego caiu para o nível mais baixo dos últimos oito anos". Depois do défice mais baixo do que levamos de democracia, e de, há cerca de um mês, o Governo da tal Geringonça ter "emitido a dívida com a taxa mais negativa de sempre", fica-se com a ideia que a tendência de queda do desemprego veio para ficar. Também se percebe que a economia dá alguns sinais de crescimento e que e gestão da dívida do anterior arco governativo está controlada apesar de impagável (é mesmo um fenómeno semelhante a uma patologia galopante e fulminante a prazo). Para uma Geringonça que, ao fugir do mainstream, "prognosticava" o fim da nação e quiçá da história, até que nem está nada mal. Esperam-se as sábias, e certeiras, análises de Gomes Ferreira, Camilo Lourenço, Nogueira Leite ou Medina Carreira; e, já agora, do Compromisso Portugal e de toda a massa crítica do BES, GES, PT e por aí fora.
Hoje apeteceu-me comentar, apesar da minha consideração pelo caro colega ter diminuído radicalmente.
ResponderEliminarE a pergunta é esta: tudo bem, boas notícias. Mas que tipo de emprego é criado?
Ah, ok. É 1 de Abril.
ResponderEliminarPois, passou-me pela cabeça o 1º de Abril.....
ResponderEliminarNão foi 1 equívoco coisa nenhuma, e não está esquecido.
Mas hoje apeteceu-me. E quando me apetece, não há nada a fazer. Apesar de tudo e tudo.
ah ah ah. Assim não. Foi uma brincadeira derivada de um equívoco; ou não, claro. Ficou esclarecido.
ResponderEliminarPara partida do 1 de Abril não esteve mal.
E o comentário ao post dos "camareiros"? Como se prova, há muito que referi o "tipo de emprego criado".
E gostei do "radicalmente".
ResponderEliminarGosto de advérbios de modo, especialmente dos de modo.
ResponderEliminarA sua tentativa de chutar para canto é ternurenta.....
ResponderEliminarbom fim de semana
Igualmente :)
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