O caro colega vai desculpar esta minha opinião perante a leitura do texto que colocou. Não é preciso isto. Os filmes de terror conseguem ser mais suaves do que aqui ficou escrito.
A escolha é do P3 do Público e o meu comentário - até dói ou ao que chegámos - vai nesse sentido. Normalmente não publico coisas assim; nem leio, sequer. Mas comecei este e chocou-me. Só me interrogava: o que é isto? Para mim, é um mundo desconhecido: tive, mas há muitos anos, uma turma de alunos da ribeira do Porto que eram deste género. Enfim: ao que chegámos. Note-se que o texto não é apenas um exercício literário.
O autor é professor na Inglaterra. Deve ter visto o caso pela televisão. O João André, noutro post, esclarece que assumiu nacionalidade inglesa e ficará lá apesar do Brexit. É, pois, um exercício em defesa da classe.
É evidente que pode ser considerado um exercício de defesa de uma classe e que saiu "muito hiperbolizado". Mas não deixa de arrepiar, mesmo que seja uma aproximação algo distante do real.
O caro colega vai desculpar esta minha opinião perante a leitura do texto que colocou.
ResponderEliminarNão é preciso isto. Os filmes de terror conseguem ser mais suaves do que aqui ficou escrito.
A escolha é do P3 do Público e o meu comentário - até dói ou ao que chegámos - vai nesse sentido. Normalmente não publico coisas assim; nem leio, sequer. Mas comecei este e chocou-me. Só me interrogava: o que é isto? Para mim, é um mundo desconhecido: tive, mas há muitos anos, uma turma de alunos da ribeira do Porto que eram deste género. Enfim: ao que chegámos. Note-se que o texto não é apenas um exercício literário.
ResponderEliminarO autor é professor na Inglaterra. Deve ter visto o caso pela televisão. O João André, noutro post, esclarece que assumiu nacionalidade inglesa e ficará lá apesar do Brexit. É, pois, um exercício em defesa da classe.
ResponderEliminarO "exercício em defesa da classe" saiu muito hiperbolizado, o que acabou por ser exercício mas sem atingir o objectivo- o da defesa da classe.
ResponderEliminarOlá Luís.
ResponderEliminarOu seja: é um caso que passou na televisão portuguesa? Não imaginava que tínhamos problemas tão graves.
É evidente que pode ser considerado um exercício de defesa de uma classe e que saiu "muito hiperbolizado". Mas não deixa de arrepiar, mesmo que seja uma aproximação algo distante do real.
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