Claro que há todo um poderoso spin que considerará a dívida pública e externa intocável e que encherá a agenda mediática com o anúncio do caos se um Governo europeu pensar em recuperar direitos dos cidadãos. Para esse spin, só há uma cartilha: cortar a eito nos 99%.
É importante que grupos de economistas lancem a discussão. Aconteceu nas últimas semanas em Portugal. A discussão continua com o seguinte texto de opinião: "Há algum outro bom momento para discutir a dívida pública e externa?" Tem um subtítulo lapidar: "As instituições (BCE, MEE, etc.) e as pessoas que as dirigem deverão ser capazes de responder às críticas ou começar a trabalhar para as alterar."
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