É tal a vaga de repetições, que nem as tragédias escapam. Só as vidas singulares ceifadas pelas chamas é que contrariam a tendência. Incêndios e horror preenchem o imaginário. Dá ideia que, nos dias quentes, Portugal não é um país fiável para circular. Aos "eternos" problemas organizacionais, somam-se as alterações no clima. No rol de acusações sobressai a antiga, e fundamentada, desconfiança nos serviços de Protecção Civil que mergulharam na rotação de "boys&girls".
Adenda para duas perplexidades: Miguel S. Tavares, no telejornal da SIC, repetiu um dos seus pogrom´s preferidos: "mesmo depois de Pedrógão, o Governo gastou 90% do tempo para o OE2018 a discutir aumentos dos funcionários públicos e de incêndios nada".
Ouvi, depois e com fundamento, a possibilidade de uma onda terrorista (sim, terrorista) provocadora de incêndios em paralelo com outra onda: queimadas em série porque já se anunciava chuva.
e sobre os milhares de milhões doados aos bancos, tudo esquecido. e no caso de MST, convém esquecer estando envolvido o BES...
ResponderEliminarmas são os salários os bodes expiatórios do costume...
Enfim.
ResponderEliminarDesculpas?
ResponderEliminarPasso por lá mais logo. Obrigado.
Disponham.