da pedagogia e em busca do pensamento livre
Quem perceba de concursos de professores, e se paute pela sensatez, olhou para o último mês de Agosto de modo óbvio:
"Discordar, contestar e não desistir são conjugações verbais da democracia tão imperativas como errar, corrigir e ouvir. Governo e sindicatos devem acordar, como reparação, a antecipação do concurso interno de 2021 para 2018. Não ouviram antes de 25 de Agosto e podiam tê-lo feito. É agora tão difícil assim atenuar a injustiça dos que são considerados como pouco numerosos?(...)".
Citei-me e não gosto de o fazer. Mas foi apenas para sublinhar o que se soube por estes dias (e que era escusado):
“Teimosia” e “obstinação” do ministério é que obrigaram a novo concurso para professores do quadro. FNE e Fenprof entendem que novo concurso de mobilidade interna poderá lançar-se já em Abril e não ameaça estabilidade das escolas. CDS/PP imputa responsabilidades ao ministério. O PCP dirigiu entretanto uma pergunta ao Governo a querer saber “que medidas estão a ser tomadas” para garantir "a aplicação o mais rapidamente possível das alterações aprovadas".
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