sexta-feira, 8 de junho de 2018

os professores e a repetição da história

 


 


 


Reabriu, algures no mês passado, a época do "arremesso ao professor". Está novamente num auge. Há mais de uma década que é assim. Não há profissão mais devassada e por dois motivos principais que há muito repito: os professores são muitos e as "elites" são predadoras. Aliás, bem nos lembramos do propalado "prestigio" incorruptível da alta finança. Está num grau tão abaixo de zero que exigia comedimentos se não fosse a falta de vergonha. Mas não são só as "elites" que não aprendem. Já temos tempo suficiente destas andanças para conhecermos os verdadeiros motivos de diversas posições. Já são muito poucos os que se iludem com os discursos das oposições ou que desconhecem as origens irritadas de quem governa. Uns e outros deviam recordar o passado e que ninguém desvalorize os movimentos que nascem fora do mainstream


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Encontrei a imagem aqui

2 comentários:

  1. ainda esta semana comentava com um companheiro de longa data, que após tantos anos a acompanhar o mundo mediático, começa-se a ver padrões; e um deles é a aversão social à profissão docente, sempre com posições acintosas contra ela, que não se vê noutras profissões mesmo quando estão em conflito social (por exemplo, médicos, enfermeiros, policias, militares, etc.). E confessei que não conseguia encontrar uma explicação sociológica mas apenas a tese da massificação (uma classe com muitos profissionais): maior oferta implica maior degradação de valor. (e lembrei o que está a acontecer na classe médica). E a repetição temporal dos ataques tornam mentiras em verdades...

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  2. É um bom ângulo de análise. Os professores são muitos e permitem exercícios orçamentais como nenhum outro grupo na administração central.

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