domingo, 18 de novembro de 2018

humanos, ainda

 


 


"(...) Confiamos no conselho fornecido por um algoritmo ou no de familiares, amigos ou colegas? Poderíamos consultar um médico robótico orientado por Inteligência Artificial com uma taxa de sucesso de diagnóstico perfeito ou quase perfeito - ou ficar com o médico humano com o reconfortante apoio de quem nos conhece há anos? (...)". Este dilema, Klaus Schwab (2017:64) na "A Quarta Revolução Industrial", também se aplicará ao ensino?


Como os orçamentos dos estados navegam entre ministérios das finanças, grandes bancos e investidores globais, as decisões orçamentais caem no universo alucinante das praças financeiras que olham com impaciência para as despesas sociais. É, portanto, num espaço maquinal de desconfiança e ilusório, e infernal, controlo burocrático que se tem imposto a degradação da carreira dos professores priorizada há muito pelos neoliberais. A robotização dos professores é um desejo financeiro que a realidade teima em contrariar.


 


Fig1_web-1


Encontrei a imagem na internet sem referência ao autor.

11 comentários:

  1. Encaro a presença dos robots em trabalhos de risco, como por exemplo, por motivos óbvios: a detecção de minas.
    Se me derem a escolher entre uma pessoa e um robot, prefiro sem dúvida, a primeira. Por muito "má" que seja a sua forma de agir, tem raciocínio. Algumas pessoas podem parecer robots, mas os robots nunca serão pessoas!

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  2. Detecção de minas: é interessante a ideia de um mundo sem minas.
    Também prefiro a primeira, até porque pode beneficiar da ajuda da máquina. Todavia, compreende-se a substituição dos humanos em tarefas inumanas.

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  3. Há pessoas que trocaria por robots, isso é verdade, mas

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  4. Desculpe, ( lol ), não devia ter escrito...mas ocorreu-me.. e não era para si, claro que não!!

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  5. ah ah ah Não pensei que fosse para mim. Não devia ter escrito? Porquê? Foi bem humorado.

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  6. Ufa,...por momentos "pensei que tivésse pensado" que era para si. Obrigada pela Simpatia.

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  7. A sério que nem me passou pela cabeça. Até subscrevo :)

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