da pedagogia e em busca do pensamento livre
"3 de JaneiroBanalidades de Marcelo no discurso de Ano Novo, mas toda a gente em êxtase a ver se a popularidade dele se lhe pega. Não pega. Nestas coisas, a esquerda chega a ser patética: o Público até lhe chamou “revolucionário”. O mesmo Marcelo foi à inauguração de Bolsonaro, para mais um exercício da falsa fraternidade luso-brasileira. Ao pé do outro pareceu-me velho e caduco. De qualquer maneira, gostei de o ver; porta-se nestas cerimónias com o à vontade de um ministro de Salazar."ou"7 de JaneiroTelefonema de Marcelo para Cristina Ferreira. Não me admira: são cortesias de colegas. Quando sair de Belém o destino natural deste Presidente do Povo é um programa da manhã."
"3 de Janeiro
Banalidades de Marcelo no discurso de Ano Novo, mas toda a gente em êxtase a ver se a popularidade dele se lhe pega. Não pega. Nestas coisas, a esquerda chega a ser patética: o Público até lhe chamou “revolucionário”. O mesmo Marcelo foi à inauguração de Bolsonaro, para mais um exercício da falsa fraternidade luso-brasileira. Ao pé do outro pareceu-me velho e caduco. De qualquer maneira, gostei de o ver; porta-se nestas cerimónias com o à vontade de um ministro de Salazar."
ou
"7 de Janeiro
Telefonema de Marcelo para Cristina Ferreira. Não me admira: são cortesias de colegas. Quando sair de Belém o destino natural deste Presidente do Povo é um programa da manhã."
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