Os mais informados perceberam que a falta de professores seria uma questão de tempo e constatam que nada acontece na atractividade da carreira que contrarie a realidade; bem pelo contrário.
Houve um estado americano mais radical que subtraiu despesa reduzindo para três os dias escolares semanais. É evidente que não se espera essa epifania, a não ser que lá mais para a frente se eleja algum tresloucado. Sabe-se, nos ministérios, que por cada dois professores que se reformem com redução lectiva por idade entrará um professor. Se se agravarem as condições da carreira (mais turmas por professor e ausência de redução lectiva por idade) associadas a cortes curriculares, a falta de professores talvez se atenue. Mas será uma carreira tão infernal e um recuo civilizacional tão preocupante no ensino público, que para essa supressão de futuro será melhor ler os extremistas dos EUA (por exemplo, e de algum modo, obviamente, Diane Ravitch, ex-governante no tempo do 1º Bush, que muda radicalmente de posição em "O reinado do erro: A farsa do movimento de desestatização e o perigo para as escolas públicas da América") que se estamparam com a receita dos três dias.
À atenção da "Educação no futuro"...
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