terça-feira, 18 de junho de 2019

Plano Nacional das Artes

 


 


Ouvi, ao fim da manhã na Antena1, o coordenador do Plano Nacional das Artes. O PNA foi aprovado por estes dias no conselho de ministros. Será um plano quinquenal, com a intenção de se duplicar no tempo. Tenho ideia que o fim da legislatura não é o momento para estas aprovações. É bom recordar que o currículo escolar das Artes foi cortado a eito por Nuno Crato e ainda não conheceu uma qualquer vírgula de reversão. No discurso do coordenador também não cabe, ao que percebi, uma linha sobre o assunto.

3 comentários:

  1. Boa tarde.
    Podias explanar mais sobre este assunto?
    Obrigada.
    Helena Goulão

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  2. Boa tarde.
    Poderias falar um pouco mais sobre este assunto? Já li o que havia para ler e, para além do enquadramento "fantástico" da palavra, tenho dificuldade em conceber o projeto no quotidiano escolar.
    Obrigada.
    Helena Goulão

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  3. Olá Helena. Para além do que escrevi no post, já li mais alguma coisa sobre o assunto. Há, neste como noutros casos, um problema recorrente: tudo tem de ser feito na escola. É como se não existisse sociedade. Um governante tem um problema rodoviário, empurra para a escola; se há uma necessidade de mobilidade (as recentes bicicletas), empurra-se para a escola. A escola a tempo inteiro tornou-se um grave problema educativo, uma vez que "demitiu" a sociedade. Ouvi para este plano: "vamos indisciplinar a escola, nomear um coordenador por escola para programar três visitas de estudo para cada aluno por ano e coordenar artistas residentes". Francamente: autarquias, centros culturais, organizações de jovens, famílias, momentos de férias e por aí fora seriam boas variáveis para dar corpo ao plano. Na escola, por exemplo, aumentar a carga curricular das Artes para números com um mínimo de dignidade.
    Abraço Helena.

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