Gostaria também muito de acordar amanhã já no século XXII, libertado dos tiques destas duas primeiras décadas de um século XXI que não está a ser de esperança na mudança para algo efectivamente mais consistente e melhor!
Também gostei muito. Revejo-me neste modo de ligar a gestão com autonomia, flexibilidade e inclusão. É o cerne do problema, como se percebeu logo em 2008. Havia estudos, e muitos, a concluir isso.
Gostei muito de ler este texto do PG.
ResponderEliminarGostaria também muito de acordar amanhã já no século XXII, libertado dos tiques destas duas primeiras décadas de um século XXI que não está a ser de esperança na mudança para algo efectivamente mais consistente e melhor!
Também gostei muito. Revejo-me neste modo de ligar a gestão com autonomia, flexibilidade e inclusão. É o cerne do problema, como se percebeu logo em 2008. Havia estudos, e muitos, a concluir isso.
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