quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Lidar com "Golas"

 


A demissão do "secretário de Estado da Proteção Civil que é arguido no caso das golas inflamáveis" recorda-me a rejeição dos ambientes de baixa política associados a comprovadas falcatruas. Compreendo os que se afastam disso por nojo e impossibilidade relacional. Veremos o que é que a justiça apura e se o arguido demissionário é uma "vítima", e está inocente, da "máquina das golas" ou um elemento da dita.

6 comentários:

  1. Vítima de quê?
    Um arguido não é um criminoso - é um suspeito. Tem os mesmos direitos que antes, apenas tem alguns deveres adicionais, conforme as medidas de coacção.
    Mas um representante do Estado representa os cidadãos. E eu prefiro ser representada por gente sobre a qual não recaiam suspeitas - defendo que a suspensão de funções deveria ser automática em casos que tais.
    (Também defendo outras medidas que permitiriam maior celeridade aos processos, de forma a minimizar os tempos de suspensão. E defendo a responsabilização política além da criminal.)

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  2. Vítima por "ter" que se demitir ao ser constituído arguido. Só isso. Concordo: "Um arguido não é um criminoso - é um suspeito. Tem os mesmos direitos que antes, apenas tem alguns deveres adicionais, conforme as medidas de coacção."

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  3. Para mim, demonstrou mais seriedade do que muitos.
    E é pelos sérios, as tais eventuais vítimas (que me levaram a questionar-lhe o sentido da palavra), que defendo a suspensão de funções, não a demissão - exactamente porque um arguido não é um culpado :)

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  4. Deixemos que a justiça funciona; mas que funcione mesmo e com os meios necessários.

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  5. :) "funcione e não funciona" :). Obrigado. Boa noite também.

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