A marcante crise petrolífera de 1973 inaugurou o período de incertezas na Europa. Portugal chegou atrasado, uma vez que terminava um período de ditadura, e de guerras coloniais, que atrasou o país nos mais diversos domínios. Quando grande parte da Europa atingia um bom patamar democrático, Portugal ainda percorria fenómenos de massificação e só conheceu o clima de incertezas nos finais do século passado e na primeira década deste. É evidente que a crise de 2008, e tudo o que se seguiu, nomeadamente os processos intermináveis de corrupção que envolveram altas figuras do Estado e "donos" do regime, fragilizaram as instituições democráticas. Dá a sensação que vivemos num edifício que ruirá ao primeiro abanão com uma espécie de abutres à espreita como, de resto, vai acontecendo por essa Europa fora. Como a história bem nos ensina, as "modas" europeias demoram a chegar; mas chegam. E é exactamente por isso que se exige humildade e sabedoria às forças interessadas na democracia e que só têm a temer que "o céu lhes caia em cima da cabeça".
Os meus textos e os meus vídeos
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
-
O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
-
O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
-
O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...
Muito bom!
ResponderEliminarRui Pinto volta ao Twitter: “Há ainda muita coisa que os portugueses merecem saber”
ResponderEliminarEssa sondagem é importante.
ResponderEliminarDeve andar muita gente a tremer com o Rui Pinto.
ResponderEliminar