Pudera: a escola portuguesa oscila entre duas cíclicas industrias de ficheiros digitais (e noutros suportes): afectos versus inferno da medição. As sociedades "sobreviventes" - que têm uma consistente e maioritária classe média e modelos sensatos -, anteciparam a gestão escolar propriamente dita sintetizando a incomunicabilidade das ciências da educação com as da gestão e administração e ultrapassaram o senso comum, as ideologias e os pragmatismos governativos através dos currículos completos, da ligação de saberes, da busca do sucesso escolar, da significação de provas de avaliação e da construção da escola onde cabem todos.
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Na escola actual, cabem todos, menos os professores (porque o saber, que se dizia que não ocupa lugar, agora não tem aí lugar). Na verdade, também há professores que cabem nesta nova escola: aqueles para quem os alunos são como que netos, que se estragam com doces, ou uns tipos a quem se pode dar aulas pedindo que façam trabalhos de pesquisa na Internet, que não são de facto trabalhos nem envolveram sequer pesquisa efectiva. Estes professores são, claro está, "os professores do séc. XXI".
ResponderEliminarEsperemos que não se generalize e que a reversão se inicie o mais cedo possível para que as classe média volte a crescer e garanta a paz e a democracia.
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