E continuo sem reconhecer a urgência pedagógica que originou a imediata generalização da escola por internet como compreendo a descida acentuada da curva que descreve a atenção com a escola por TV. Em relação ao primeiro caso, e considerando que voltaremos a viver sem pandemia, só mais tarde se perceberá se a experiência foi positiva ou se, e depois da crise, repito, as pessoas nem quererão ouvir falar disso apesar dos poderosos interesses financeiros em jogo que tudo farão para criar hábitos e rotinas "essenciais".
Os meus textos e os meus vídeos
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Caro Paulo, eu também não consigo identificar motivos pedagógicos que justifiquem, em muitas situações, tamanhos desvarios.
ResponderEliminarSeguramente existirão motivos e eu acredito que fazem parte de um qualquer plano que o governo aproveitou para antecipar a tentativa da sua implementação e, para isso, está a fazer um gigantesco ensaio usando-nos e aos alunos como cobaias...
Está cheio de razão. A humanidade tem tendência a trocar ouro por missangas e vidros por pedras preciosas. Deslumbram-se com brilhos e coloridos. Já dizia Bernardo Soares: "esta humanidade infantil...)
ResponderEliminarCaro Carlos: mais à frente se perceberá.
ResponderEliminarEnfim.
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