Os meus textos e os meus vídeos
sexta-feira, 20 de maio de 2022
quinta-feira, 19 de maio de 2022
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Agora?!
Quase dois anos depois do início da pandemia é que se coloca uma questão nuclear na inexistente "a escola é segura"?
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
20 e Muitos Alunos Por Sala
Vinte e muitos alunos horas a fio numa sala só é "seguro" para o universo da pobreza e das classes médias que vão empobrecendo.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
Vacina Plus - Pensar o Futuro e Também As Turmas e Escolas Numerosas
Pelo Público em 2 de Março de 2021:
Vacina plus em Janeiro de 2022
"Mais de uma centena dos principais especialistas mundiais na luta contra o coronavírus pediram uma mudança de rumo na estratégia de muitos países. Os investigadores, especialistas em saúde pública, enviaram uma carta aberta à revista British Medical Journal, sublinhando a importância de ajustar as medidas às provas científicas, que são cada vez mais e melhores, mas nem sempre são acompanhadas pelos decisores políticos. Em concreto, estes especialistas exigem que seja dito com clareza que o vírus se transmite por aerossóis, ou seja, partículas que expelimos ao falar ou respirar e que se mantêm no ar. “Verificou-se de forma indiscutível, e contrariamente a teorias anteriores que se revelaram desatualizadas, que o mecanismo deste coronavírus faz-se através de aerossóis”, explica José María Martín-Moreno, epidemiologista da Universidade de Harvard e professor catedrático de Medicina Preventiva e Saúde Pública na Universidade de Valência, um dos que assina a carta. “Chegou o momento de articular medidas sobre a ventilação e filtragem eficaz do ar. Temos de ir mais além que a mera abertura de janelas, e tentar mudar o paradigma para garantir que os edifícios se desenham, constroem, adaptam e utilizam de forma ótima, de modo a maximizar o ar limpo para os seus ocupantes”, acrescenta Martín-Moreno, citado pelo jornal El Mundo. A carta propõe uma estratégia global contra a pandemia baseada em cinco pontos: declaração inequívoca que a SARS-CoV-2 é um patógeno aéreo, promoção do uso de máscaras de qualidade (FFP2 e similares), recomendação de ventilação e filtragem do ar, fixação de critérios para impor ou retirar restrições segundo níveis de transmissão comunitária, e tomada de “medidas urgentes” para atingir a vacinação mundial. “Tudo isto acompanhado de mais iniciativas de apoio financeiro a todos os grupos que tiveram de fazer sacrifícios, por eles próprios e pela sociedade. Isto é o que chamamos de Vacinas-Plus, ou Vacinas e mais”, indica Martín-Moreno, que também destaca a importância do rastreamento e isolamento. “Ainda que muitos de nós tenhamos repetido estas mensagens várias vezes, não chegaram às pessoas que tinham de tomar decisões, e isso fez com que muitíssimas pessoas se tenham infetado, uma percentagem não negligenciável delas ficou gravemente doente, e uma percentagem ainda por conhecer terá Covid persistente. E o mais trágico de tudo: a morte associada ao novo coronavírus ou às consequências do colapso no sistema de saúde, que não conseguiu responder a muitas outras patologias”, descreve o médico. A carta termina com um alerta recente do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom: “Tenho de ser muito claro: as vacinas sozinhas não vão tirar nenhum país desta crise. Não são vacinas ao invés de máscaras, distanciamento, ventilação ou higiene das mãos. Façam tudo. Façam-no de forma consistente. Façam-no bem”."
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
A Confiança e a Covid-19
Prevalece, naturalmente, um clima de desconfiança com tanto discurso manipulatório. Uma coisa é a incerteza dos cientistas, outra bem diferente é o domínio opinativo sem qualquer conhecimento da realidade; e agrava-se, quando quem devia conhecer a realidade discursa em modo de inverdade com fins partidários.
domingo, 2 de janeiro de 2022
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
João Paulo Cotrim (1965-2021)
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Morreu o mentor e editor da Bedeteca, e fundador da editora Abysmo, João Paulo Cotrim. Pelo que se lê, a sua inesperada morte foi provocada pela covid-19.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
Das Pragas: Negacionistas e Heróis
As pragas, negacionistas e heróis, contribuem decisivamente para a impaciência pandémica e, claro, para a propagação do vírus. Percebe-se a perda de paciência com a irresponsabilidade.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
A Pandemia Está Dentro Do Prazo
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Antes do mais, é notória a impaciência pandémica em paralelo com o sentimento de indiferença que se iniciou antes da pandemia. Aliás, as democracias ocidentais debatem-se com problemas críticos anteriores à Covid-19: aumento da abstenção e crescimento das forças autoritárias pela sobreposição das políticas extractivas em relação às inclusivas. O ambiente que se seguiu à crise de 2007 (que foi originada por décadas de mercados desregulados e paraísos fiscais) terá um prolongamento se as democracias não aprenderem com uma pandemia que deixará um lastro económico imprevisível. Já se percebeu que o fundamental PRR é naturalmente parcelar e que é preciso agir nos pormenores que diferenciam.
E importa recordar que a pandemia, como a ciência não se cansou de avisar, está dentro do prazo. Portanto, é preocupante que "seja uma oportunidade perdida" nos sistemas de saúde, como diz, devidamente fundamentado, Nelson Pereira, director da Urgência do S. João. Do mesmo hospital e também no último Expresso, Artur Paiva, professor da FM da UP e chefe do SMI, afirma que "o vírus não vai desaparecer e que a próxima pandemia tenderá a surgir em menos de dez anos. É preciso vacinas e tratamentos eficazes para os casos graves."
E tudo indica que a educação também perderá uma oportunidade. As impensadas teses da escola segura foram uma grave perda de tempo e geraram inércia. Sabia-se que as escolas não cumpriam os 3 c's (aproximação física, espaços fechados e aglomeração de pessoas) e que eram uma plataforma da disseminação do vírus na sociedade com a agravante das crianças e jovens assintomáticas e com falsos negativos nos testes. Como já se escreveu várias vezes, há objectivos estruturantes e civilizados para melhorar os 3 c's dentro e fora da escola que devem ser perseguidos progressivamente e concretizados no curto prazo onde for possível (desde logo, uma área metropolitana tem exigências diferentes de um concelho do interior ou de dimensão semelhante): horários desfasados, turmas com um número decente de alunos ou por turnos, descentralização de intervalos e pequenas interrupções a cada seis semanas de aulas.
E se a eliminação desta discussão nos debates orçamentais e eleitorais resulta também do silêncio comprometido das oposições democráticas (nem sequer se debate a imprudente e preocupante dependência tecnológica nas escolas e o seu ambiente democrático), era bom que a "rede" de sociólogos que arquitectou a engenharia financeira que nos levou à falta estrutural de professores e às turmas numerosas estivesse atenta ao sociólogo alemão Ulrich Beck (que já em 2016 se punha no lugar do "eleitor desorientado e perdido": “Já não entendo o mundo") e ao que escreve a jornalista e historiadora Anne Applebaum na "The Atlantic": “as autocracias são geridas por sofisticadas redes compostas por estruturas financeiras cleptocráticas, serviços de segurança e propagandistas profissionais. Os membros destas redes estão ligados em muitos países. Washington fala da influência chinesa, mas o que realmente liga os membros deste clube é o desejo de preservar e aumentar o poder pessoal e as suas riquezas”.
Se a inércia continuar a fazer escola associada a um marketing partidário desfasado do real, as democracias correrão sérios riscos e não se poderá dizer que não houve avisos.
terça-feira, 30 de novembro de 2021
Impressiona Como Pouco Se Aprendeu Com A Pandemia
A escola como guardadora dos alunos continuará a ser a sua principal função na totalidade do país, como se uma área metropolitana fosse igual a um concelho do interior. E nem a primeira semana de aulas no início de 2022 escapa: não há ensino à distância porque guardar é a única via e eliminam-se dias de oxigenação nas pausas essenciais.
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
sexta-feira, 12 de novembro de 2021
A Escola e a Pandemia
E por incrível que pareça, o sistema escolar português não reduziu o número de alunos por turma, não fez horários desfasados, nem sequer usou um processo de turmas por turnos. Não. Nada disso. Promove-se ainda mais o modelo de "tudo ao monte e fé numa qualquer divindade" que a pandemia é coisa do passado.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
domingo, 24 de outubro de 2021
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
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O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
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O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
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O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...