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Havia apreensão com a forma como as democracias lidam com pandemias, mas a resposta dos cidadãos foi exemplar. Com tantas, e naturais, incertezas da ciência, os cidadãos usaram a informação e anteciparam o isolamento social. Outro dado importante é a prevalência da verdade nas democracias e o clima de confiança que origina. Os cidadãos não estão para estratagemas, infantilizações nem mistificações. São maduros na adversidade. Querem a verdade por mais dura que seja. Lidam melhor com "toda a informação". Preparam-se, antecipam as exigências e incluem os desvios imaturos ou desinformados. Há uma auto-regulação cidadã que abre uma janela de esperança que poderá contrariar os efeitos dos "novos" "hackers de dados da Cambridge Analytica". E se houve, com a verdade na primeira vaga, um envolvimento cidadão que fortaleceu as democracias e confinou os movimentos mais populistas e irresponsáveis, espera-se que numa suposta segunda vaga a transparência volte a ser inalienável.
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