Até pela natureza da disciplina que lecciono, Educação Física, e assumindo o risco de leccionar turmas numerosas sem máscara, prefiro aulas presenciais; mas assim não. Voltarei a este assunto. Devemos ser o único país a estabelecer um confinamento geral sem passar para ensino não presencial qualquer grau de ensino. A tese da escola segura é inadequada. Não é isso que está em causa e não é por isso que as escolas encerram. Isso não se mede porque raramente há rastreios ou testes. É porque a frequência das escolas numerosas é uma plataforma giratória da disseminação do vírus na sociedade. Não encerramos escolas porque somos pobres e não é verdade que os números de infectados sobem quando as escolas encerram. Não foi assim no primeiro confinamento (as escolas encerraram e os números baixaram) e foi exactamente ao contrário na abertura do presente ano lectivo. Na última semana de Dezembro e no presente mês as contagens diárias foram cumulativas (e tivémos o Natal e a passagem do ano) e é ainda mais difícil tirar conclusões, como disse o PM para o argumentário que lhe interessou. O que é certo, é que nas mortes e nos internados os números são inequívocos.
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Enfim, desonestidade acima de tudo nas justificações para manter as escolas abertas.
ResponderEliminarE isto é que é mais revoltante!
Uma tristeza, Carlos. Aquele abraço.
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