É só equacionar-se os professores, e outros profissionais da educação, como prioritários na vacinação para emergirem as vozes anti-professor do costume. É impressionante. É que nem se trata da discussão racional de que o importante é que se produzam as vacinas para todos e que é difícil estabelecer prioridades quando as ditas escasseiam. Não. É mesmo reabrir as escolas com tudo novamente aglomerado e com os adultos a jogarem diariamente na "roleta russa". É, realmente, assunto freudiano.
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