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É intemporal que os modelos de gestão contam. Desde logo, previnem os desvios à democracia. E o modelo vigente de gestão das escolas portuguesas permite uma espécie de colonialismo - há a sede e as colónias que podem ser uma dezena ou mais - como bem salienta Santana Castilho em "Isto e pouco mais traria paz e sucesso às escolas":
"(...)3. Proceder à revisão do modelo de gestão dos estabelecimentos de ensino, recuperando a sua democraticidade. Pôr fim aos agrupamentos. Nunca, em cada escola, se deveria ter perdido a sua identidade de cultura e de actuação pedagógica. A agregação de escolas foi uma das medidas de maior impacto negativo no funcionamento do sistema. Se há situações geográficas onde a iniciativa poderia ser considerada, a generalização a todo o país foi um verdadeiro desastre e dilacerou o ambiente relacional na generalidade das escolas.(...)"
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