Quem não lecciona há muito no ensino não superior, e será pior se nunca o fez, só muito dificilmente percebe os efeitos das políticas educativas deste milénio. Não há volta a dar. Há fenómenos que só sentindo na pele. E o mais grave é achar que quem faz este discurso quer é livrar-se de alunos. É um raciocínio que fez escola no Ministério da Educação, nas tradicionais esferas governativas e até no mundo sindical. Verbalizar este cinismo é imperdoável e já nem surpreende que nem sequer se perceba o privilégio de ter alunos. Mas o mais imperdoável é influenciar os decisores que não são professores.
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