Pode ler o estudo completo aqui.
Os meus textos e os meus vídeos
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Em momento algum da selecção dos diretores é avaliado o nível moral, cultural e intelectual dos mesmos. A maioria deles, pelo menos daqueles com que trabalhei, fazem uma gestão doméstica e autocrática da escola a partir dos seus curtos horizontes. Lembro-me de uma professora que estava a amamentar e a quem foi atribuído um horário noturno, por lei essa professora tinha direito a que lhe fosse atribuído um horário diurno, o que solicitou nos termos da lei, a diretora (uma mulher, pasme-se!) respondeu que cumpriria a lei mas só depois de passados dez dias, direito que a lei também lhe conferia, não é preciso ser versado para saber que esse tempo seria suficiente para a docente perder a sua capacidade de amamentar. A docente nunca tinha dado aulas naquela escola, não se tratava portanto de retaliação pessoal, coisa que abunda nas escolas. Estas pessoas têm ambições de poder apenas pelo prazer de exercer o poder sobre os outros arbitrariamente, essa é a sua principal motivação para concorrer para o cargo e foi isto que o 25 de abril também trouxe às escolas.
ResponderEliminarMuito mau!
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