O recente debate orçamental terminou. O silêncio sobre a escola repetiu-se. Já tinha sido assim na campanha para as últimas legislativas. A escola portuguesa não existe para a maioria, nem para as oposições. Está em estado de fim da história.
E para além da falta de professores, nem a sua injusta avaliação, e de outros profissionais da educação, merece qualquer sinal sonoro. Com a carreira passa-se o mesmo. É a descida da democracia nas escolas (dá ideia que a sua defesa não dá votos significativos) e dos efeitos comprovadamente negativos do que existe. Só o "salve-se quem puder" institui o marchar em modo de fuga ou de revolta contida. Espera-se que, no mínimo, o silêncio orçamental crie alguns problemas de consciência.
Nota: encontrei uma frase semelhante à que está na imagem na internet. Adaptei-a.
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Infelizmente e na sua maioria , quem decide o que se passa na escola pública, tem os filhos ou netos em
ResponderEliminar"distintos" colégios privados. Essa não é, portanto, uma questão que os preocupe assim tanto... e o problema persiste, independentemente de quem governa.
É muito difícil não concordar com o seu comentário. Nem vejo como.
ResponderEliminara escola portuguesa existe como instituição onde se colocam os jovens menores de idade enquanto os adultos trabalham.
ResponderEliminarO salve-se quem puder é o que sobra mas cujas consequências negativas serão os estudantes a suportar...
Enfim!
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