Post de 27 de Novembro de 2012.
O modelo hiperburocrático, brutalmente injusto e inaplicável de avaliação de professores inventado no consulado de Lurdes Rodrigues deixou marcas profundas.
O descrédito deste tipo de modelos associado à ideia de "escolher" os professores como troféu para o ciúme social criou uma atmosfera que nunca encarou de vez o ponto final do desmiolo.
Há anos que se assiste à teimosa simplificação do que nunca o será. A culpa é apenas do MEC? Não. Há demasiada gente no terreno que colabora activamente a começar pelo inenarrável Conselho de Escolas.
Um neo-realismo maravilhoso, que o otimismo irritante catalogaria de pessimismo, para rotular a pessoa e amordaçá-la. Sendo adepto do grande Diógenes, sou orgulhosamente cinico que comunga com todos os neo-realistas.
ResponderEliminarBoa Noite
ResponderEliminarA ex-Presidente do Conselho de Escolas é a prova viva de que quem trabalha para o volume do currículo, debaixo de um manto de privilégios, dificilmente chega a ser um bom profissional. Recordo que chegou mesmo a equacionar a veracidade das reivindicações dos professores relativas ao excesso de burocracia ao afirmar "uma avaliação sobre o excesso (ou não) de burocracia a que os professores estão sujeitos". Num programa de televisão também afirmou, a sorrir, que recomendaria a profissão de professor a familiares, o que revela uma completa falta de noção da realidade de quem há muito vive numa redoma. Se tivesse de fazer 300 quilómetros por dia o sorriso seria outro.
Sr. Professor Zé
Boa noite.
ResponderEliminarEnfim!
Ao recordar o Conselho de Escolas é inevitável lembrar também o Conselho Nacional de Educação. Foi sobre este último que escrevi.
ResponderEliminarMuitos parabéns pelo seu Blog,
Sr. Professor Zé
Ok. Muito obrigado.
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