domingo, 25 de fevereiro de 2024

A Opinião de Mário Silva

Contributo recebido por email devidamente identificado.


"Se querem motivar os docentes que estão em exercício profissional e os jovens para a carreira.





Reivindicações imediatas:


- extinção das vagas para acesso aos 5º e 7º escalões


- colocação do docente no escalão correspondente ao seu tempo de serviço (fazendo justiça nacional pois nos Açores e Madeira não têm limitação de vagas no acesso aos 5º e 7º escalões, nem quotas para avaliação de mérito, recuperaram 9 anos do tempo de serviço e têm um estatuto idêntico ao que existia antes de 2005 no continente)


- eliminação das quotas para a menção de mérito


- reposição do ECD pré-2005


- aposentação após 36 anos de trabalho ou após 40 anos com bonificação no valor da pensão


- acabar com a precariedade com contratos a prazo sucessivos durante anos


- não aplicar a municipalização na educação


- rejeitar a criação do conselho local dos diretores em cada quadro de zona pedagógica (na prática, funciona como a presidência de uma câmara municipal)


- eliminação da burocracia administrativa na direção de turma e para os docentes (grelhas, relatórios, atas, ...)


-mais tempo para preparar as aulas (tempo individual de trabalho)


reivindicações a médio prazo:


- nº máximo de 4 turmas por docente (2º, 3º ciclo e secundário)


- redução da componente letiva em todos os cargos de coordenação pedagógica


- aumento para 4 horas da redução da componente letiva para a direção de turma


- horas da redução da componente letiva integrada no trabalho individual do docente


- extinção da componente não letiva de trabalho no estabelecimento


- todo o trabalho com estudantes integrada na componente letiva


- recursos digitais (máquinas, licenças de software) disponibilizados pela escola para produção de materiais didáticos


- não haver ultrapassagens na progressão na carreira provocadas por legislação


- ajudas de custos para todos os docentes colocados fora do seu distrito de residência


- terminar com a gestão escolar baseada num orgão unipessoal (direção) e basear-se num orgão colegial (conselho executivo)


- os docentes não serem exclusivamente responsabilizados pelo incumprimento dos estudantes                                                                                       


- coadjuvação no primeiro ciclo, especialmente no 1° ano e em turmas mistas, onde é humanamente impossível responder às necessidades de todos os alunos


- redução significativa das horas letivas dos coordenadores de estabelecimentos do 1° ciclo


- maior número de horas de apoio a alunos com medidas adicionais


- fim das turmas mistas no 1° ciclo


- graduação profissional como único critério também para mudança de grupo


- aplicar o modelo de mobilidade por doença que existia anteriormente.

 

Mário Silva"


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