quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões.

Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões. Esta conclusão poética devia ser atendida por quem desvaloriza uma profissão a partir de um preconceito ou de uma experiência infeliz ou desagradável. Eleve-se um movimento inovador, como o cubismo no início do século passado, que coloque os elementos da cena em todos os ângulos possíveis (a ideia em título é minha; a parte do poema que está na imagem cubista tem outra ideia).


Captura de ecrã 2024-02-27, às 23.33.32 (1).png

2 comentários:

  1. Não sei se é uma ou outra.
    O que sei é que o termo "profissão" não tem o mesmo significado, para não ir mais longe, dos último 100 anos. As profissões faziam as pessoas (os excelentes profissionais) e as pessoas - aprimoravam - as profissões.
    Aplicando termo em voga "win-win" o benefício era mútuo, alastrado à sociedade.
    Actualmente, as profissões descartam profissionais e os profissionais descartam profissões, pela simples razão que ambos, só têm uma visão - Maximizar o ganho, de preferência, muito rápido, ignorando o impacto (histórioco e social) que estas decisões impactam no futuro.

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  2. Percebo. Enuncia um bom ângulo de análise, se me permite. Exactamente o espírito cubista do post.

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