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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões.

Não são as profissões que fazem as pessoas; são as pessoas que fazem as profissões. Esta conclusão poética devia ser atendida por quem desvaloriza uma profissão a partir de um preconceito ou de uma experiência infeliz ou desagradável. Eleve-se um movimento inovador, como o cubismo no início do século passado, que coloque os elementos da cena em todos os ângulos possíveis (a ideia em título é minha; a parte do poema que está na imagem cubista tem outra ideia).


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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Bosh


Gosto de rever museus. Não me importo quando uma viagem se resume a esses espaços, aos alojamentos e a curtos passeios. A revisão permite aprender mais e atenua a busca do tempo perdido. O acervo do Prado é o que se sabe, mas permitam-me que escolha o tríptico "The Garden of Earthly Delights" de Hieronymus Bosch (El Bosco em espanhol).


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Bosh, Museu do Prado. (este vídeo ajuda)


A internet permite saber muito mais. Basta googlar.


Contudo, a presença física continua insuperável.


 


sexta-feira, 22 de julho de 2022

quarta-feira, 20 de julho de 2022

segunda-feira, 18 de julho de 2022

domingo, 17 de julho de 2022

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Desigualdades

Captura de ecrã 2020-05-14, às 22.15.58.png


Se a analítica da actualidade integra os efeitos da pandemia, também clarifica a consistência de problemas sociais. Aliás, as crises sublinham as desigualdades. Escolhi dois factos que estão na génese da tensão política, e que a crise apenas trouxe à superfície do debate, mas que se diluirão na espuma dos dias: enquanto "nos lares e nos hospitais - onde a maioria dos trabalhadores são mulheres - e na generalidade da linha da frente a maioria dos trabalhadores ganha pouco mais que o salário mínimo," é inadmissível que no Novo Banco se atribuam "2 milhões de euros de bónus aos administradores executivos apesar do banco ter prejuízos e recorrer ao Estado." 


Por outro lado, a velocidade mediática desautoriza a massa crítica e amplia o insensato que inquieta as emoções. Percebe-se que a diluição das desigualdades na espuma dos dias, numa mediatização regulada por audiências e sensacionalismos e "patrocinada" por órgãos institucionais, abre espaço, quando muito e a exemplo doutras latitudes, à prevalência dos mais fortes e ao fatal triunfo do fútil.