Imagem da edição impressa do Expresso.
Há pelo menos dez anos que se percebe o fenómeno. Agravou-se há uns seis ou sete. Mas o poder da indústria sobrepõe-se. Veja números de 2019, pré-pandemia, portanto. Actualmente devem ser bastante superiores.
"Acesso precoce a conteúdos pornográficos tem impacto no desenvolvimento. Casos de dependência aumentam entre os mais novos. Em Portugal, 40% dos rapazes e 26% das raparigas entre os 9 e os 16 anos já foram expostos a pornografia"
No passado pré-pandémico, o PRESS utilizava-se nas escolas e frequentei várias conferências sobre sexualidade. Nelas questionava sempre se havia estudos sobre a exposição massiva dos menores de idade à pornografia, com o incremento da internet (fixa e móvel). A resposta era que havia desconhecimento nesse assunto. Pessoalmente, só conhecia 2 estudos-um na Inglaterra e outro nos EUA- que indiciavam consequências ao nivel relacional nos futuros adultos. No entanto, os estudos abrangiam uma amostra insuficiente. Afirmava que certamente essa exposição iria trazer uma transformação no processo relacional com consequências desconhecidas. Parece que agora começam a ter atenção, quando surge a divulgação de comportamentos de risco, mas ao longo dos anos o que terá acontecido a várias gerações?...
ResponderEliminarBoas interrogações, Mário.
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