"Fazer a festa, atirar os foguetes e apanhar as canas
A manifestação pública de regojizo da recuperação do tempo de serviço, revela um ganho relativo. Fazendo contas, a recuperação total não ocorre:
1- assumir o perfil mais comum de docente com 55 anos no 6º escalão em 2024.
2- com a recuperação faseada proposta, com 62 anos estará a progredir para o 10º escalão. Estará 4 a 6 anos, contribuindo pouco para o valor da pensão de reforma.
3- sem recuperação terminaria a carreira no 8º-9º escalão.
4- com a recuperação de ser colocado no escalão correspondente ao seu tempo de serviço, progredia para 0 2º ano do 9º escalão em 2024. Com 57 anos, entraria no 10º escalão.
5- entretanto, tudo o resto que funciona mal, não é alterado e pode ser impactante no salário (componente não letiva abusiva, número excessivo de turmas a lecionar, colocação morosa no QA/QE da zona de residência, ser enviado para horário composto com 2 agrupamentos em concelhos diferentes, carga documental brutal no processo de avaliação sumativa, fragilidade na autoridade docente que incute sentimento de impunidade discente que destrói ambiente de aprendizagem na sala de aula, ausência de compensação no trabalho de correção da avaliação externa; etc.)
6- os que estão entre 8º e 9º recuperam menos e os do 10º já não usam o tempo a recuperar.
Será que há motivo para tanto festejo?…
Mário Silva"
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