terça-feira, 10 de junho de 2025

LUSITANISMO E «HEXA IMPÉRIO» PORTUGUÊS ENSAIO - Carlos Calixto


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LUSITANISMO E «HEXA IMPÉRIO» PORTUGUÊS ENSAIO - Carlos Calixto lusitanismo-e-hexa-imperio-portugues-ensaio.pdf


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7 comentários:

  1. Como? Não percebi muito bem

    "... Conceito que evoca uma nova ordem universal, uma «idade de ouro» para a humanidade, liderada por um Portugal «predestinado».

    Uma idade de ouro para a humanidade? Qual humanidade? A sério? Há muitos povos, muitos humanos que não pensam nada assim e com razões fortes para isso.

    Um Portugal predestinado? Predestinado a quê? À escravatura e ao tribunal do santo ofício?

    Chamar Portugal a uma pequena elite da ordem de cristo, quando a esmagadora maioria dos portugueses vivia miseravelmente, e assim continuou, sem saber ler nem escrever, parece,me exagerado.

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  2. É assim Agostinho,

    Taxativamente, o princípio-ideia e conceito filosófico do "Quinto Império". Mais, Pe. António Vieira; Fernando Pessoa. Disse!
    CCX.

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  3. Pois, eu sei o que é o famoso quinto império. Mas, só a palavra império já arrasta consigo qualquer coisa pouco humana. É o domínio sobre alguém e, normalmente, à força. Portanto, deixemo-nos de impérios e sejamos o que somos e deixemos os outros em paz.

    Francamente, ainda não li o texto todo. Vou lendo e parando. Mas tenho lido tanta coisa que me deixam tão desiludido sobre os portugueses e o 10 de junho que fico parvo. Os portugueses são o que são e os outros a mesma coisa. Fizemos coisas boas e fizemos coisas más e devemos falar das duas sem qualquer arrogância. Nós não somos nem melhores nem piores que os outros. Esta história da Cova da Iria "Fátima, o centro do mundo" é de gente ridícula. Portugal, eleito por Deus, povo predestinado, messianismos, ... é um vocabulário idiota e de propaganda. Só quem nunca correu mundo.
    Gosto de ser português, mas não sinto nem vergonha nem orgulho algum em ser português.

    Vou ler o resto e trabalho de escola não falta agora.

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  4. Concordamos em concordar, em absoluto na "cova da iria - Fátima ".
    Acontece que todo o textuário apresenta a factologia no pensamento-mentalidades à época e faz o contraditório-crítica, com análise detalhada nas últimas páginas.
    O discurso da Lídia e do Marcelo enferma de paradoxo: no Dia de Portugal e Camões criticar o nacionalismo, de Nação-Povo é não entender e deturpar a coisa. É criticar Camões, Vieira, Pessoa, é desvirtuar o nacionalismo-pátrio com a ideologia, o que não é o caso, descontextualiza. Sem império não haveria portugalidade nem nacionalismo-patriotismo Camoniano, estando ambos intimamente conectados. Mais, no texto final, a ultimar e provavelmente a publicar em livro, vou precisamente como nota final explicativa falar nos dois conceitos (parece haver deturpação, preconceito ideológico anacrónico e miscigenação conceptual). Sendo que aqui, texto, são uma e a mesma coisa, sem revisionismo histórico.
    Mais, Portugal foi de facto um lmpério, dos mais extensos e longevos da História da humanidade, embora nunca o tenha assumido.
    Mais, entenda-se o portugalismo como a nacionalidade imperial comum, plasmada na Língua e na História, o cultural-civilizacional português nas colónias-províncias. Donde, da literatura ao folclore e ao imaginário, o império está presente na idiossincrasia do lusitanismo.
    Obrigado pelo teu comentário.
    Aquele abraço
    C

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