As escolas foram atrás das empresas quando não deviam e agora têm que recuar para onde nunca deviam ter saído.
"A geração Z não quer liderar (e isso está a trazer desafios à gestão das empresas)"
"A velha linha de comando e reporte vertical que nas últimas décadas tem marcado o organograma da maioria das empresas, em que as decisões emergem do topo e os trabalhadores seguem ordens, pode não ter vida longa no futuro. O modelo tradicional de gestão empresarial está a ser desafiado por uma nova geração de trabalhadores — a geração Z —, que está a entrar no mercado laboral com novas perspetivas sobre a carreira e o trabalho. Ao contrário das gerações que os antecederam, estes profissionais, nascidos entre 1997 e 2012, não se movem por status ou poder e a sua visão de sucesso não está centrada numa progressão profissional da base até ao topo. Não sonham liderar nem assumir cargos de direção intermédia e não estão dispostos a sacrificar a sua saúde mental ou equilíbrio familiar por um lugar de CEO.(...)"
Aparentemente, parece-me bem. Não consigo é entender as razões que leva essa geração Z em Portugal a evidenciar as maiores percentagens de votos na extrema direita na europa.
ResponderEliminarNão sei se é uma contradição, mas parece.
É complexo. Talvez não seja linear. Talvez sejam os que não votam na extrema-direita ou muitos do que o fazem estão convencidos que estão a votar na defesa da democracia e contra os corruptos.
ResponderEliminarSim, será complexo, mas como poderemos entender que estejam a pensar defender assim a democracia e a lutar contra a corrupção quando é público que mais de 20% dos deputados da nossa extrema direita estão envolvidos com problemas em tribunal?
ResponderEliminarComo diria o meu pai " essa malta está cansada de estar bem"
Claro. Estava a referir-me ao facto de felizmente nem todos os jovens eleitores votarem na extrema-direita. E, ao que se lê, muitos votam em partidos apenas pelo nome ser ou não actractivo e não votam nos nomes “antigos”.
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